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Neste Novembro da Consciência Negra, não nos contentamos apenas com a memória; exigimos ação.
A história do Brasil foi escrita com a tinta da desigualdade, e as estruturas que sustentaram a escravização não desapareceram com uma assinatura. Elas se transformaram. Hoje, elas se manifestam no preconceito velado, na falta de oportunidades, no abismo social e no sofrimento cotidiano que marca os corpos e as vidas da população negra.
Nós, do CEI Campinas, reafirmamos nosso compromisso inabalável com a luta antirracista. Entendemos que combater a desigualdade não é um ato isolado, mas uma prática diária e institucional.
Nossa missão é combater ativamente as engrenagens da exclusão. É olhar para dentro e para fora, questionando quem são os rostos do sofrimento social e por quê.
Para esta tarefa, nossas ferramentas são a educação popular de Paulo Freire, a arte e a criatividade. Com elas, construímos espaços de escuta, damos voz a quem foi silenciado e abrimos caminhos para uma sociedade onde a cor da pele não defina o destino.
A luta pela igualdade racial é a luta pela dignidade humana. O CEI Campinas está e sempre estará nesta trincheira.